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Lucinha
Peixoto
EXISTIR OU NÃO EXISTIR, EIS A QUESTÃO
Maria Caliel de Siqueira
Há
muito tempo, desde que comecei a escrever na Academia Virtual do site
de Bom Conselho que ouvi falar e ler textos de Lucinha Peixoto. Não
havia nenhum contato dela pra mim e vice-versa.
Um belo dia, no Mural do SBC, ela fez referência a um artigo meu
e ao mesmo tempo fez um elogio. Com o passar do tempo, ela me convidou
a enviar alguns textos para o Blog da CIT. E assim, fui fazendo.
Se Lucinha Peixoto existe ou não existe, se é mais um pseudônimo
do Zé Carlos, eu não sei. Só sei que eu sempre li
os seus artigos e adorava.Tinha um estilo próprio, falava de coisas
sérias com muito humor. Antes mesmo de ver a assinatura, eu já
sabia que era dela.
Lucinha Peixoto -verdadeira ou falsa- elogiava e gostava muito dos textos
que eu escrevia. Cobrava-me com freqüência artigos para publicar
no Blog da CIT, e por tudo isso, me deixava muito feliz.
Portanto, não posso esquecer nunca esse tratamento que ela me dedicava.
Sempre foi atenciosa comigo e serei sempre grata.
Ela tinha a característica de não levar desaforo pra casa.
E por conta desse seu modo de ser, entrou várias vezes em debates
calorosos até mesmo com pessoas que ela admirava e amava. E eu
sempre dizia: Ah, Lucinha danada...
Não importa se Lucinha Peixoto existe ou não existe –eis
a questão- porque pra mim ela existirá sempre pela boa lembrança
que tenho.
Se o Zé Carlos criou cinco pessoas diferentes, merece parabéns.
Ele é um grande artista, um grande criador. Lembremos que Deus
só criou Adão e Eva.
Maria Caliel de Siqueira
mcaliel@hotmail.com.
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