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ESTÁ NA CARA, TEMOS CONDIÇÕES!
Diác.
Edjasme Tavares Lima
Brasileiros são todos iguais perante a Lei e perante o gênero
humano global. O que nos basta, são os brasileiros natos, administradores
da nação, ler jornais, acompanharem os acontecimentos pelo
rádio e pela TV. Assistido por uma equipe de auxiliares capazes
de acompanhar nos seus mínimos detalhe o que o povo precisa e mandar
seus acessores lá, no âmago da crise, ver in loco o que está
acontecendo.
Duas coisas bases: primeiro passo rumarmos em direção, solução
(tudo que a gente diz e falam, todos já sabem) BARRIGA CHEIA E
EDUCAÇÃO. Não vamos e nem devemos, pisotear tanto
a palavra EDUCAÇÃO, porém, BARRIGA CHEIA, deve, depois,
educação.
Nosso Brasil é rico de tudo e de tudo dispõe. Temos terras
férteis, aqui na nossa cara. Aqui no nosso São Caetano!
Quem leu o nosso jornal JORNAL SÃO CAETANO do mês de abril
nº, 46, pg.10 viu o exemplo, o testemunho daquele povo no plantio
do tomate. Que exemplo formidável para quem vive na periferia da
cidade sem emprego e sem chance para arranjar o pão de cada dia.
Tivemos numa certa época, aqui em São Caetano um grande
plantio de batatinha (a conhecida batata inglesa) que ajudou muito os
nossos agricultores, comércio esse, que antes, Caruaru e sua região
compravam o produto no Estado da Paraíba. Nessa época, também,
plantei no nosso pequeno sítio, batatinha para a venda. Existia
uma Cooperativa muito crescente e honestamente administrada por agricultores
da região entre Caruaru e São Caetano, lá na Maniçoba.
Já tinha participado das reuniões por lá.
Que se faz necessário para o povo de modo geral, principalmente
aquelas vítimas da fome? Apoio direto e sistemático do Governo
do Município, com o aval financeiro do Governo do Estado, estimulando
essa gente a usar terras de fundo de quintal até propriedades grandes
e pequenas, para plantio de frutas, legumes e cereais. Inicialmente o
estímulo para o consumo doméstico, entrando em combate contra
a carestia dos produtos similares, oriundos de outras regiões bem
distantes, para as feiras e mercados por preços insuportáveis
para nossa região. Com a crise não se brinca. Lutar primeiro
pela alimentação, consequentemente abraçar o caminho
da educação.
O homem civilizado enxerga melhor as coisas, tem noção crítica
do que está certo e do que está errado. Ele ouve e ver o
que a mídia nos orienta para nosso bem estar. Estamos bem servidos
do poder da comunicação. Temos excelentes programas que
ensinam, ao jovem principalmente, lidar com a natureza e saber como atingir
a nossa sobrevivência, que é uma boa e saudável alimentação,
assegurando nossos irmãos pobres a terem uma vida melhor. O homem
civilizado – pobre e sacrificado – sabe como aplicar as ajudas
do governo, usando verbas com honestidade, pagando empréstimos
para os fins específicos (agricultura) com decência, prestando
conta do seu dever cumprido e sua casa abastecida com tudo que é
necessário. O homem civilizado, principalmente o pai de família,
ele tem condições de, ano seguinte, repetir novos auxílios
para fins específicos do seu bem estar e de sua prole. O homem
civilizado, escolarizado, com educação doméstica
e religiosa, dá lições brilhantes a sociedade, que
grandes intelectuais e outros, financeiramente abastados, (com respeitosas
exceções) nunca deram a uma geração carente
dessas coisas, que nem sabem pedir, ou tratar bem aos seus semelhantes,
calcule aplicar honestamente o que recebeu emprestado para oportunamente
prestar contas. Nós somos brasileiros, todos “iguais”,
porém, destacamos os brasileiros honestos e civilizados que administraram
o poder público e àqueles que nem chegaram perto dessas
condições! Isto, tanto o rico como médio ou como
o pobre na posição de administrador do erário público.
A agricultura doméstica, ainda é uma porta aberta para combate
à fome, com auxilio financeiro, rigorosamente fiscalizado e com
instrutores capacitados, nem o povo esquece tamanho benefício e
nem o político honesto que aplicou essa modalidade perderá
seu prestígio na região. Isso é muito bom para Prefeitos
e Vereadores.
Com a graça de Deus.
Diác. Edjasme (Di)
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