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Srs. VEREADORES, POR FAVOR, FIQUEM ATENTOS!
Há
alguns meses atrás, escrevemos matéria, publicada em jornal,
sobre o tratamento que nossos irmãos racionais estão dando
aos nossos irmãos IRRACIONAIS no que tange: CAVALOS, BURROS E JUMENTOS,
em carroças nas cidades de nossa região do agreste pernambucano.
Da mesma maneira que nos empolgamos em alertar a quem de direito, autoridades
e sociedade foi também da mesma maneira como o silêncio bateu
à porta desses homens que leram a referida matéria. NADA
SENSIBILIZOU. Os animais continuam sofrendo “nas unha” dessas
pessoas insensíveis que só querem deles o trabalho, como
se fossem máquinas motrizes, ignorando quem são eles –
por serem animais irracionais, porém, são obras de Deus
que comem, bebe, adoecem, repousam e tudo mais que teem direito; são
SERES VIVOS, merecedores de compaixão.
Só sabemos o que é isso se a gente ao transitarmos na cidade
por quaisquer necessidades, pararmos um pouquinho na beira da calçada,
principalmente em pleno trânsito de veículos, OLHANDO COM
SIMPATIA, como os condutores das carroças de tração
animal, espancam cruelmente os mesmos a fim de acompanharem a velocidade
do trânsito, ladeira acima (tanto faz) não importando seu
estado físico. Você, querido leitor, portador de Deus no
seu coração, com formação de sensibilidade
humana, não vai suportar (seus olhos podem lacrimejar) com tamanha
crueldade.
Repito aqui a advertência! Fomos tocados por uma matéria
publicada no jornal DIÁRIO DE PERNAMBUCO de 3ª feira, dia
10 do corrente, de Ana Paula Neiva, sendo ela, muito mais clara do que
nós no relato. Título da sua matéria: ANIMAIS SOFREM
ABUSOS E MAUS-TRATOS NO TRÂNSITO. Ela chama a responsabilidade todos
sem exceção. Crianças conduzindo carroças
de tração animal em alta velocidade, carga além do
peso normal, arreios que parece um monte de lixo sobre o triste animal
cadavérico. Talvez seus pais ou responsáveis com outras
carroças nas mesmas condições daquelas.
Estão enquadrados “em todos os códigos do céu,
da terra e do espaço” na linguagem popular. Os donos dessas
carroças precisam ser instruídos, bem orientados, não
estamos “no circo ou na arena romana da Antiguidade”.
MEU POVO, a tecnologia está avançadíssima, falamos
uns com os outros de quaisquer partes do mundo, já estivemos na
lua, a agronomia e a química descobriu e descobre coisas fabulosas
para o bem da humanidade! Uma das mais conhecidas e úteis para
nós: da água do mar termos água potável; da
água poluída, termos água potável; no automóvel,
combustível como gasolina ser substituído por combustível-água.
Com tudo isso, ainda sermos carrascos com os nossos pacíficos,
inofensivos e servidores: CAVALOS, BURROS E JUMENTOS? É demais!
No artigo do Jornal Diário de Pernambuco em certa altura diz: “Identificação
– A presidente da Sociedade Ecológica e Proteção
dos Animais Francisco de Assis, Solange Santos, diz que destas carroças
são guiadas por crianças e adolescentes, descumprindo as
normas de segurança do Código de Trânsito Brasileiro.
‘Também observamos que o número de animais nas ruas
vem aumentando, justamente pela facilidade de se comprar um cavalo. Os
mais velhos são mortos e têm a carne comercializada ilegalmente”,
diz, Solange não vê o problema somente como uma questão
social, ela acredita que falta mesmo é vontade política.
“Foi mais difícil tirar os kombeiros da rua e a Prefeitura
tirou”, afirma. Estão compreendendo agora?
Temos muita confiança e esperança nos senhores Vereadores,
representantes do povo de sua comunidade. Para isso a Democracia adotou
essa função tão necessária para o bem estar
da população. Temos certeza que vai aparecer pelo menos
um, que sinta o que a sociedade estar mostrando, tanta crueldade, e vá
ao seu encontro, estripar tal veneno, junto às autoridades, chegando
até o bem estar de todos: racionais e irracionais. Sabemos que
não dá votos na eleição, todavia, agrada a
Deus e àqueles que temem a Ele.
Que o Todo Poderoso, mande o Espírito Santo sobre esses responsáveis
por tal negligência e tenha piedade de quem não tem protetor.
Com a graça de Deus
Diác. Edjasme Tavares Lima
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