EDJAMSME TAVARES Di
   
EDJASME TAVARES Di
 

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PARQUE “ZÉ BICHO VÉIO”, você viu? Eu vi!


Como excelente papacaceiro, estivemos na “boa terra” no último final de semana (28/29 nov. 2009) visitando parentes e amigos. Estávamos aplicando um pouco de colírio amoroso nestes velhos olhos curiosos e observadores do dia-a-dia no nosso torrão querido.
Por incrível que pareça, não tínhamos entrado naquele belo e aconchegante Parque “José Feliciano dos Santos”, nosso bom amigo, “Zé Bicho Véio” como era conhecido pelo seu vasto e interminável ciclo de amizade.
Esperamos que não seja preciso descriminar o que é um parque numa cidade pacata. Parque para lazer e para meditação. Vamos falar da beleza do parque acima! Tivemos a felicidade de vê-lo ao retornarmos da residência da nossa santa irmã, Nara, Rua das Águas Belas com destino a casa do nosso sobrinho/amigo Dr. Zé Afonso, lá em cima no novo condomínio perto da pista (Garanhuns/Palmeira dos Índios) onde estávamos hospedados. Passamos por ali, tranqüilo, sem pressa, olhando para os lados, com quem “perdeu uma moeda”, quando deparamos com a entrada do Parque de lazer e de meditação. Não tivemos dúvidas, paramos o transportador de veio enxerido e fomos direto para àquela beleza de benefício público. Estacionamos o veículo bem perto do portão que dá acesso ao Colégio das Freiras e ao Convento dos Frades Capuchinhos. No portão, ao cruzar pela primeira pessoa, esta foi logo nos cumprimentando, dando-nos a conhecer. Fizemos à alegria verdadeira (e não a “amarela”) e nosso coração bradou: é o fruto que você deixou. Fazer amigos.
Plantamos o olhar na entrada do Parque e admirados (falando sós) dissemos: Bom Conselho também tem dessas coisa? Entusiasmados percorremos todos os pontos e detalhes daquele belo Parque. Como dissemos atraente, belo, cheio de paz e de lazer. Do lado direito de quem entra, jardins floridos, gramas bem conservadas, tudo limpo e cuidado com carinho. Porém, do lado esquerdo de quem entra, área cheia de fruteiras e outros tipos de plantas adultas, que eram de fazer dó, uma desgraceira! O mato assolando tudo, desprezo total, diferente do lado direito..
Depois de passarmos um tempão, apreciando um engraçado macaco (daqueles do Pe. Alfredo! Lembram-se?) fizemos o retorno da caminhada. Na volta perguntamos ao jovem jardineiro que estava no exercício de seu trabalho: moço! O que está acontecendo com este lado de cá? Esse mato todo (desprezo) é porque pertence a outro dono, ou pertence também ao Parque? Ele fez aquele riso “amarelo” baixou a cabeça, sem falar nada, continuou aguando a relva. A criançada que ia passando, respondeu na hora: “pertence também ao Parque tudo isso que o senhor está vendo cheio de mato destruidor!”
Para embelezar ainda mais, faltava muitas aves e muitos animais para acabar de ornar aquele confortante ambiente. O setor de esportes e brinquedos para as crianças, desprezados, precisando de conservação. Ignoramos a iluminação, porque quando estivemos por lá era dia. Assim mesmo, muita gente por ali, uns fazendo caminhada, outros acomodados nos bancos, outros simplesmente passeando. Um Parque desses só serve de orgulho para seu povo que gosta de ver a cidade crescer e dar boa acolhida aos seus visitantes.
Qual, agora, nossa obrigação como papacaceiros residentes fora do torrão glorioso? Unirmos em torno da nossa querida e respeitável Prefeita Sra. D. Judite Alapenha. Apelar para sua colaboração, dar apoio, para que ela se entusiasme, vire-se de vez, para o lado do Parque “José Feliciano dos Santos” e o deixe tal qual como foi na época de sua inauguração e permaneceu por vários anos, conforme tomamos conhecimento, a fim de nosso “Dia do Papacaceiro” em janeiro próximo vindouro, todos nós fiquemos do jeito que estamos hoje, impressionados e admirados com essa grande obra da qual estamos comentando.
Como a vi: bebê, crescer, atingir a vida adulta, pode muito bem dizer: Judite estimada amiga, olhe para nosso Parque com simpatia! Dê essa oportunidade a nós moradores de fora, termos um ponto de encontro tão fabuloso como aquele, ao invés de estarmos noutro lugar sem ar puro, sem plantas, sem água abundante, sem pássaros, sem animais que ornam o ambiente, sem horizonte aconchegante.
Ainda há tempo, acreditamos, para uma bela apresentação em janeiro de 2010. Lamentamos muito o desaparecimento das aves. Contam que existiam muitos patos, gansos e outros similares, porém, sumiram por falta de trato. Foram para outras paragens ou foram consumidos pelos inescrupulosos.
Finalmente o que interessa agora é restaurar o que tem de bom, e ainda, aproveitar o que não se desgastou ou se perdeu.
Há!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Na ida e vinda do nosso passeio a tradicional zona rural Baixa Grande, onde visitamos dezenas de vezes na nossa infância e juventude, ao passarmos pelo bairro da Boa Vista, vimos uns destroços, como um parque de esportes em ruína, dinheiro do Governo jogado fora e a população jovem, carente dessas coisas sem poder desfrutar. É uma tristeza. Judite amiga, querida pelo povo, perguntamos: daria para restaurar, também, aquele Parque? Fazendo justiça: não seria para este janeiro e sim para o próximo janeiro/2011? Senhora Prefeita, seu poder de comando e de liderança é inconfundível e é muito importante para nós da terra dos Villelas. Por isso, apelamos para o seu sentimento patriótico e humanitário, porque tino administrativo não lhe falta e estar provado, não dê ouvido e nem dê valor àqueles administradores do Poder Público que já passaram e que não respeitaram obras inacabadas tão necessárias ao povo, simplesmente porque veio da administração anterior ou porque veio de um administrador adversário político. A obra precisa terminar, é de utilidade pública, é premente para o povo aquela construção, o administrador posterior deve ter a consciência de terminar para servir a população. Infelizmente falta o dever cívico e o sentimento religioso naqueles políticos que assume o governo e vão arrotar ódio, vingança e dar expansão a sua exagerada vaidade mórbida dentro de um gabinete depositário de esperanças para seus eleitores. Essa qualidade de autoridade quer apenas mostrar obras exclusivamente suas. Isso é terrivelmente errado e causa repúdio no povo .
Em nome de nossos conterrâneos residentes fora desse município (não temos procuração deles) mas como amigo de sua família, pedimos encarecidamente, restabeleça o nosso tão útil, procurado e querido Parque “Zé Bicho Véio” ! Supomos que não vimos por falta de “comercial” de nossos conterrâneos daí. Ou sinão, falta de cuidado de nossa parte.
Com a graça de Deus
Diác. Edjasme Tavares Lima.

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