| EDJAMSME
TAVARES Di
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EDJASME
TAVARES Di |
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Está surgindo “sangue novo” no plano de festa nossa para o nosso promissor 2011. O que nos resta: filhos da terra, ali residentes, principalmente os que têm condições materiais e intelectuais, unidos, abraçar a causa repassando sempre para os residentes fora do município e estes, destemidamente, responderem a frutífera convocação para a bela luta que é a apresentação de uma estrondosa festa. A nossa festa, a sua festa, a festa de todos os papacaceiros residentes no globo terrestre. Como somos impacientes, soltamos logo aqui, sugestões guardadas, havia muito tempo, a fim de pô-las em prática, total ou parcialmente, de acordo com essa comissão que pensam em ajudar na nova organização da festa. Dando um toque de originalidade ao encontro, sentindo a presença anualmente de conterrâneos “maduros” e idosos na sua grande maioria, oferecemos subsídios relevantes para inclusão na próxima festa. Na sexta feira, noite de abertura, encontro gigante num determinado lugar às 20 horas. Acolhimento, tomada de conhecimento daqueles que já estão na terrinha, causando a todos o sabor da alegria e felicidade em vê-los ali presentes e trocando cumprimentos. Sem ser na correria e no barulho ensurdecedor, uma hora depois (mais ou menos) saída pelas ruas da cidade, chamando a atenção de todos de que a cidade está em festa, seus filhos queridos voltaram para rever parentes e amigos. No dia seguinte, sábado, a coordenação alerta os visitantes que ainda existe a “feira de rua” e se possível, nosso artesanato, nosso folclore. Os visitantes e familiares locais aproveitariam para se confraternizarem, visitando os parentes e amigos na intimidade de cada um. Às 16 horas mais ou menos, entrando pela noite, no mesmo local do encontrão, que tenha um vasto salão ou área, tranqüilo e bem confortável, reiniciava o nosso ambicionado encontro, aconchego, troca de ideias, e, dependendo do dom vocacional, cada um faz sua apresentação: canto, música (saudosismo), anedotas e piadas descentes e compatíveis com as famílias ali presentes, “causos” relativos a outrora. Citação de nomes de velhos amigos antigos, acompanhada de seus tradicionais e conhecidos comportamentos. Exemplos: Sr. Querubino, seu filho Florisval, Xisto Feliciano, João Correntão, João Tobias, Zé de Dinda, Zé Poluca, João Izidio, Mestre Amâncio, João do Tuba, Zé Bicho Véio, Zé Miranda, João Miranda, Zé Bebinho, Cabo/Sargento Maninho, que foi delegado na cidade de pouca cultura, porém, divertido. Era quase cego, muito amigo do compadre Arnaldo Amaral e dezenas de outras pessoas que engrossaram nosso folclore e deixaram suas marcas do bem e do amor na sociedade. Ainda lembramos, como em toda cidade histórica tem, os: velhacos compradores de fiado e nunca pagam; o convictos mentirosos; os boateiros; os cheios de propósitos ou ignorantes que não se compara nunca com uma cobra venenosa. A noite: seresta na praça pública ou baile. No domingo, a indispensável e necessária Santa Missa, celebrada pelos frades franciscanos (talvez Frei Dimas) celebrada no Colégio das Freiras (para variar), pois, ano passado foi na Matriz, este ano no Colégio, ano seguinte Capela de São Sebastião, etc. Domingo depois do almoço regresso para seus lares. Nesses momentos de bate-papo, nas mesinhas ou uma mesa tamanho gigante para todos, a nova comissão, ou se cria uma comissão para isso (organizadora do salão de diálogos) conseguiria prêmios para sorteios em três etapas: um prêmio para os adultos; um prêmio para jovens e um prêmio para as crianças. Seria, também, uma maneira de diversão. Quem sabe, um dos companheiros que reside bem distante, traria uma lembrancinha de sua região como atração?
O mais, no momento oportuno explodirá com esse grupo de amigos,
junto com os anteriores, idealizaríamos uma nova festa que todos
participem: Jovens, idosos, modernos ou arcaicos.
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