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Para
quem?
Mais uma vez, não sei a quem me dirigir. Porque o texto que me
veio, começa identificando-se com adjetivo masculino e termina
com saudações da Lucinha Peixoto. Até onde alcanço,
Lucinha é nome de mulher. E mulher fica preocupada.
Mas quem a mim se dirigiu, disse: "...chega de conversa.". -
E para bom entendedor, poucas palavras bastam.
Como sou meio insistente, volto ao assunto.
NÃO costumo usar de ironias. Nem ao falar, tampouco ao escrever.
Vou direto ao que interessa. De igual modo, NÃO me agradam fofocas.
Também, não sei o que é xenofóba (não
conheço esse adjetivo). Vocês podem até traduzir,
caso queiram.
Quando eu disse que Brasil, em português, não aceita Z, disse
que se tratava nome próprio. E vocês misturaram alhos com
bugalhos, falando em internet, blog e outras perfumarias. E internet é
substantivo comum. Assim, dispensa inicial maiúscula.
Vocês dizem que ninguém aí lê mensagem de outrem.
Como confiar em pessoas que, numa semana dizem que "a liberdade de
expressão é fundamental para o ser humano se realizar plenamente...blá-blá-blá...".
Logo na outra semana, dizem que proibiram seus funcionários de
se manifestarem? -E não ficam por aí. No mesmo momento em
que afirmam ser fundamental essa liberdade de manifestação,
acrescentam: "Aquiesci com a condição de que cada um
fosse individualmente responsável pelas suas manifestações
e que gostaria de vê-las antes de publicadas em qualquer lugar...blá-blá-blá...
Todavia, sou o responsável para responder civil ou criminalmente
por elas...blá-blá-blá...".
Pergunto: afinal, a) quem é o responsável pelas manifestações
dos funcionários da CIT? - b) quem responde pelas expressões
e pensamentos? - c) e como vocês podem reclamar de que estão
sofrendo censuras do editor do MURAL de BC, quando vocês próprios
estão censurando severamente seus subordinados?
Quanta contradição! Que moral é dúbia!
Os procedimentos de vocês são próprios dos regimes
totalitários. Vide Augusto Pinochet, Médicis, Benito Mussolini
etc.
Sobre o fato de haver saído no MURAL um trecho da minha resposta
a vocês, não foi acidente coisa nenhuma. Eu mandei aquele
trecho para o Saulo e disse que ficava a critério dele publicar
ou não. Ainda assim, o Saulo, um homem educado, perguntou-me se
eu autorizava publicar. RESPONDI QUE SIM, QUE ELE JÁ DEVERIA TER
PUBLICADO.
Portanto, NÃO faço nada às escondidas. Identifico-me
em tudo quanto escrevo. - E se vocês entendem que foram expostos
ao ridículo, não fui eu quem os expôs. Vocês
mesmos se estão expondo ao ridículo, com as suas incoerências.
Procurem o melhor. Se vocês alcançaram o sucesso (ou julgam
haver alcançado), não permitam que esse pretenso sucesso
ofusque o que há de bom no ser humano: humildade, maturidade, cordialidade,
sinceridade, bondade, autenticidade, naturalidade, imparcialidade etc.
É isso!
Cordialmente,
José Fernandes Costa - jfc1937@yahoo.com.br
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