REVISTA DA APL





Recebi de presente a Revista da Academia Pernambucana de Letras de nº 38, do meu amigo olindense Amadeu, referente às atividades dos Acadêmicos nos anos de 2002, 2003 e 2004 e Outubro de 2005, tendo à capa estampada as fotos dos acadêmicos LUIZ DE MAGALHÃES DE MELO (+27/03/2003 Cadeira nº 03 sucessor Alves da Mota, JOSÉ ANTONIO GONÇLALVES (+07/01/2002), LUIZ MARINHO – Cadeira nº 39 (+03/02/2002), JOSÉ WAMBERTO P. DE ASSUNÇÃO – (+ 23/07/2002) Cadeira nº 31 sendo sucedido por Fátima Quintas, BARTOLOMEU ALVES DA MOTA (+08/07/2004) sucedendo Antonio Correia de Oliveira.

A revista acima aludida nos informa sobre as atividades da Academia Pernambucana de Letras – APL, nos anos acima mencionados trazendo trabalhos dos acadêmicos e de colaboradores. Nesta Revista são organizada e comentada o “Ano Literário de Luiz Delgado – 2004, pelo Acadêmico Luiz Varejão; Homens e Idéias, com vasto trabalho apresentados por vários acadêmicos, com um prefacio inédito do saudoso Acadêmico Nilo Pereira, Wamireh Chacon com o Coronel, Coronéis; Poesia dos poetas Francisco Bandeira de Melo, os poemas “O sol amargo e A Orfeu, de Marcus Accioly, com a Sextina a Marcos Villaça, atualmente Presidente da Academia Brasileira de Letra – ABL; Discursos de Posse dos acadêmicos Manoel Correia de Andrade, Alvacir Cardoso, Fátima Quintas e Bartolomeu Alves da Mota; discursos de recepção dos novos Acadêmicos; os nossos mortos, homenageados na capa da Revista; os vultos da a Academia, trazendo Fernando e Amaro Quintas; as cartas de Carneiro Vilela, fundador da Academia Pernambucana de Letras para o confrade Arthur Orlando; de José Luiz Delgado, ex-presidente da ABL para o acadêmico Jarbas Maranhão e de Jarbas Maranhão para os acadêmicos Waldenio Porto (atual presidente da APL) e Lucilo Varejão Filho e finalmente abordando as Memórias de Ontem e de Hoje.

Faz gosto a gente ler estes pronunciamentos dos nossos acadêmicos mortais e imortalizados pelas Letras que deixam um grande legado para as gerações que se dispõe a pesquisar as literaturas pernambucanas, já tão bem escritas por outros colaboradores. Aprender com quem sabe é uma sabedoria notável que nos injeta uma condição melhor de vida. Cada um tem esta possibilidade, depende de cada um em procurar fontes que aumente o nosso conhecimento, bem como, se deliciar com as palavras e contos de pessoas cultas.

Tenho em minha pequena biblioteca alguns exemplares da Revista da Academia Pernambucana de Letras, doadas ou presenteadas pelos acadêmicos que já se foram para a presença de Deus, os acadêmicos Vlademir Maia Leite, Nilo Pereira, Luiz Magalhães de Melo, Potiguar de Matos, que os guardo com muito carinho.

 

 





José Antonio Taveira Belo / Zetinho
Olinda, 23 de novembro de 2011.