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RESPOSTA A UMA ÉGUA DA LÍNGUA DESEMBESTADA, DE IDE IAS ESCRACHADAS
E "SONHOS" OUSADOS...
Conterrâneos/as:
Peço escusas por alguns termos menos civilizados que possa vir
a usar na construção do presente artigo-resposta, embora
não acredito que nenhum possa se igualar aos que são oferecidos
na CIT e no A GAZETA DIGITAL.
Peço desculpas ao reino animal e às éguas em particular,
por titular esse artigo colocando-as na mesma cavalariça fétida
por onde a mais atuante personalidade da CIT e do A GAZETA DIGITAL se
lambuza de idéias para se manter na mídia e assim se tornar
conhecida, abrindo caminho para uma terrível vereança em
BOM CONSELHO.
Terrível vereança?... Precisa explicar o motivo? Eleita
a dita cuja, os munícipes terão a resposta...
Não obstante, esclareço que me sinto triste em comparar
uma conterrânea com uma quadrúpede, haja vista que gostaria
muito que Bom Conselho não tivesse sofrido essa agonia de parir
esses desarranjos culturais.. Entretanto, tendo agido sempre de boa fé,
e em troca, sempre tendo sido agravado e chamado de cavalo, não
há como não responder no tom que carrego esta missiva.
Como os leitores e leitoras podem verificar no meu artigo, não
dei importancia ao sobrenome de quem escreveu o texto obsceno, referindo-me
apenas a RUBEM. CONFIRAM: "Mas, o conteúdo que me fez reagir,
é tão deprimente que não deu para aventurar esperar
a reação da nossa sociedade e das autoridades locais, haja
vista que poderão demorar a reagir e enquanto isso muitas pessoas
podem ter acesso ao conteúdo que engloba muita negatividade, entre
outras, podemos citar: apologia a cultura do lixo, do crime, racismo,
vulgaridade etc basta ler a MENSAGEM DE FELIZ ANO NOVO postada na GAZETA
DIGITAL e assinada por um tal de Rubem, e caso esse artigo tenha sido
coletado de outras paragens, de algum "escritor" da boca do
lixo, por favor! Façam escolhas melhores. - O ANDARILHO"
Como podem ver, deixei em aberto, pois poderia se tratar de um homônimo
de RUBEM FONSECA. Se a égua não sabe o que é homônimo,
explico: "que tem o mesmo nome". E, para dar um exemplo, fui
na lista telefônica virtual e coletei alguns exemplos :
"Rubens Fonseca de Castro (81) 3268-69XX
Recife - Pernambuco"
"Rubem Fonseca (77) 3422-14XX
"Rubem Honorato da Fonseca (21) 3706-83XX
Rio de Janeiro - Capital"
Rubem Honorato da Fonseca (21) 3706-8331
São Gonçalo - Rio de Janeiro
Rubem Pereira da Fonseca (22) 2665-0045
Araruama - Rio de Janeiro
Rubem da Fonseca Almeida (21) 2674-1725
Duque de Caxias - Rio de Janeiro
Rubem Fonseca (21) 3353-2165
Rio de Janeiro - Capital
E se quiserem basta acessar a lista virtual que irão encontrar
vários homônimos tanto para Rubem Fonseca, quanto para Rubens
Fonseca, é só escolher...Por exemplo: Lúcia Peixoto,
só em Recife encontrei cinco homônimas.
AGORA, ÉGUA DA LÍNGUA DESEMBESTADA NEM ADIANTA PROCURAREM...Essa
só tem na CIT E NO A GAZETA DIGITAL.
Quanto ao escritor RUBEM FONSECA, se nas suas obras tiver alguma coisa
que preste, não irei saber, pois nunca perdi tempo com cultura
do lixo. Se de fato esse texto que expuseram no A GAZETA DIGITAL, fizer
parte de algum obra de RUBEM FONSECA e suas obras forem nessa linha, LOGO
ADIANTO: DEVERIAM CASSAR OS PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS que por DESVENTURA
recebeu, pois é de qualidade não recomendável para
uma sociedade que deseje EVOLUIR.
Além de que, RECOMENDA-SE que quando se usar artigos de escritores,
deve-se informar o autor e de qual obra faz parte...
Por exemplo: Autor: Jorge Amado de trecho retirado do livro: CAPITÃOS
DE AREIA.
E não, de forma simplória: Por RUBEM FONSECA...Como se fosse
escrito por Zé Mané ou uma Égua pocotó.
O estilo de escrever de RUBEM FONSECA é considerado "BRUTALISTA".
Mas, por mim, pelo que se apresentou no A GAZETA DIGITAL: É LIXO
MESMO. DEJETO CULTURAL QUE A JUVENTUDE E FAMÍLIA BOM-CONSELHENSE
NÃO MERECE, a menos que me surpreendam com AVAL a essa linha escohida
pelos PERSONAGENS tão "criativos e cultos " da CIT e
da AGD.
CONSELHO: DESCE DESSA ÉGUA LUCINHA! NELA TU SÓ EMBOCA EM
CERCA DE AVELOZ, SEM RUMO E SEM PRUMO...NO GALOPE DESEMBESTADO FALA PELOS
COTOVELOS O QUE QUER E TERMINA OUVINDO O QUE NÃO QUER...
INFELIZMENTE.
Com a palavra: OS/AS CONTERRÂNEOS/AS.
Boas reflexões!
Salvador, 03 de Janeiro de 2011
O ANDARILHO
"Hoje pela manhã, aproveitando esta maravilha de tecnologia,
que me permite ler o Diário de Pernambuco, no Rio Grande do Sul,
primeiro do que alguns pernambucanos no próprio Estado, li um texto
da Tereza Halliday, com um pouco de inveja, porque como escritora, quem
nasce para Lucinha nunca chega Tereza, com o mesmo título que dei
a este artigo. O artigo vem logo abaixo, mas antes eu apresento minhas
resoluções de hoje.
O
Zé Carlos, me repassou um e-mail que recebeu de O Andarilho, que
falava sobre um texto, publicado na A GAZETA DIGITAL, o qual ele dizia
que feria a moral e os bons costumes. O Zé Carlos me perguntou
se eu havia encontrado este texto na AGD. Fui lá, fucei de “riba”
a baixo e não encontrei nada. Primeiro, me refiz do choque do “cavalo”
do Andarilho ter se comunicado com o Zé Carlos. Será que
ele é “médium”? Pois todos sabem que o andante
moralista desencarnou há muito tempo. E sabem também que
ele baixa em Salvador em um “cavalo” que escreve por ele.
Ainda vou verificar qual é o terreiro e depois eu conto.
Segundo,
como no e-mail ele fala da Arcádia de Bom Conselho, supus ser esta
a Academia Pedro de Lara, que agora também publica o “cavalo”
do Andarilho, dando seguimento “post mortem” à sua
coluna. Estavam lá dois textos. E como hoje já começam
outra vez minhas atividades escolares, sob Tarso Genro (argh!!!), me apressei
em ler. No primeiro, o de baixo, ele chama um texto que o Zé Carlos
publicou na AGD, no dia de ano, de “cultura do lixo” e diz
que o autor é “um tal de Rubem”, e o trata como um
escritor da “boca do lixo”.
Meu
Deus, isto só poderia ser mesmo escrito por um “cavalo”.
E um “cavalo” bem cavalo mesmo, em termos de literatura brasileira,
por não conhecer o Rubem Fonseca. Um dos melhores escritores do
nosso pós-modernismo. O conto publicado, vem de um livro que já
foi publicado em vários línguas e foi várias vezes
premiado. Eu fico me perguntando é se O Andarilho, quando vivo,
nos idos de 1975, quando este livro foi publicado, não teria sido
o censor “revolucionário”, que o censurou pelo mesmo
motivo: “ofensa a moral e aos bons costumes”? O Andarilho
tem tudo a ver com censura, moralismo, hipocrisia, “carolismo”
e ignorância artística, como em nossos debates, quando ele
era vivo, eu já falava, e nesta época, quando ainda não
sabíamos que éramos adversários políticos,
o José Fernandes também já dizia. Mas, o seu “cavalo”
continuar da mesma forma, é demais.
Se
realmente existisse reencarnação, o que não aceito,
porque ainda acredito na religião católica, que quando morremos,
morremos mesmo, eu diria que O Andarilho, vem de uma linhagem de reencarnações,
que levam ao autor da proeza de vestir o Adão de Miguel Ângelo,
na Capela Sixtina, ou ter quebrado o pinto do Davi, por achar que eram
obscenidades. Senhor “cavalo”, dê vez aos artistas.
Voltarei ao assunto, pois hoje não tenho tempo para citar aqui
os trabalhos acadêmicos sobre a obra do Rubem Fonseca. Por enquanto,
nos poupe, “cavalo”!
E
agora vamos ao texto da Tereza Haliday, sobre como devemos nos comportar
em cada dia do ano:"
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