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CARTA
ABERTA para EDJASME TAVARES
C
A R A M B A ...nosso Diácono EDJASME TAVARES DE LIMA / DI, recebeu
uma
missão não digo impossível, do nosso conterrâneo
historiador-computadorizado
JOSÉ MILTON CORRENTÃO, em sua CARTA ABERTA para EDJASME
TAVARES / DI, na página 03 do nº246 do jornal A GAZETA de
16 a 30 de junho de 2009, m a s, um grande teste de memória e prova
de muita lucidez, com tantas perguntas, que com certeza o grande Mestre
DI ou Mister "X", vai precisar de muitos espaços e muitos
exemplares do jornal A GAZETA para responder tudo que foi perguntado.
Sou sabedor que o jornal A GAZETA está sendo muito lido e sugiro
que DI, peça ajuda "aos universitários", sem ser
aqueles de um antigo programa de Silvio Santos, no sentido de que quem
se lembrar das respostas de algumas das perguntas de JOSÉ MILTON,
por gentileza enviar para DI por carta para A GAZETA ou para seu e-mail:
edjasmetav@hotmail.com a fim de facilitar a missão difícil
de Mister "X".
Já estou aqui numa ansiedade danada para saber as respostas de
todas perguntas, se bem que de muitas eu me lembro e sei porque vivi naquela
época em Bom Conselho.
Quantas serenatas eu fiz com IVAN CRESPO, IVO CORRENTÃO, BETO GUERRA
e tantos outros SERESTEIROS que se for citar os nomes de todos, tomaria
muito espaço. Ainda acrescento que em todas serenatas, parávamos
na casa do Dr. JOSÉ TENÓRIO, para aquela recepção
com um coctail de alto luxo. Quantos ASSUSTADOS fizemos na casa do Sr.
JULIO COLETOR, JOÃO PRESIDEU, JOSÉ GALDINO, IVAN CRESPO(casa
de DONA FIFITA) e Dona GILDA de ABELARDO TENÓRIO.
Quantas matinês dançantes eu fiz no Club dos 30 ainda na
rua Sete de Setembro, aos domingos das 16,00 às 19,00 horas, quando
não tinha jogo de
futebol na Cidade. Eu sozinho no piston, solando aqueles boleros BESA
ME MUCHO; PERFÍDIA, LA BARCA, PERFUME DE GARDÊNIA, SEREJEIRA
ROSA, depois variava com uns sambinhas e ainda tocava umas rumbas para
esquentar o ambiente, acompanhado por REGINALDO TENÓRIO na bateria
e outros ritmistas Quando o Club ficava cheio de dançaarinos eu
mandava tirar a cota(que era a vaquinha). e o que faturava, eu ficava
com 50% por ser o músico principal e os outros 50% eu dividia com
os músicos que me acompanhavam. Eis aqui meu grande mestre DI,
minha pequeníssima contribuição para ajudar nas respostas
a serem dadas. Com a graça de Deus, Pedro Ramos
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